sábado, 25 de julho de 2009

O sentido (s) da vida.

A velocidade da vida tão somente aumenta a velocidade dos meus pensamentos e dos meus sonhos... e a mutiplicidade dela (vida) tão somente os mutiplica...E eu quero tanto, com tanto encanto que espero que não se desencante o fato de eu não esperar por qualquer mágico encanto, encantamento. No momento vou com o vento plantando sementes que, ao menos uma delas, deve nascer. Agarro a vida, desesperada, para que vida seja dada, gerada, que se encontre um modo que vivamos, mesmo que a morte vá chegar. Algo além de nós sempre vive. Eu não espero por outra vida, ainda que mil possibilidade de tantas coisas existam (fim do mundo, aquecimento global, extraterrestres, vida pós-morte, reencontro com Deus, universo paralelo...) eu quero simplesmente dar vida a esta vida que estou vivendo, o resto fica pra depois, pq, no fim das contas o que importa são as relações verdadeiras, nossos encontros, desencontros e reencontros, encontros...seja com natureza, família, pai, mãe, irmãos, vizinhos, amigos, amores, amor, colegas de trabalhos, ambulantes, transeuntes...para tudo isso há de se haver verdade! Nem que verdade para si mesmo...no fim de todas as teorias, o que importa é o que se influencia no dois a dois, no algo mais que se traz às relações, nas mudanças capazes de se gerar nas outras vidas e na qualidade delas, observe, essa é a base de toda teoria, e esse é o real encontro com Deus, consigo, com o mundo, com a natureza, com a paz, com a educação, a literatura, a arte, a poesia; com o amor.

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